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Saúde

Câncer de ovário: o que está ao alcance da mulher diante de um tumor sem rastreamento

Rita Moraes
Rita Moraes
Publicado 5 de maio de 2026
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Considerado o tumor ginecológico mais difícil de ser diagnosticado, o câncer de ovário deve registrar 8.020 novos casos no Brasil em 2026, segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Na Bahia, a previsão é de 570 novos casos. É o terceiro tumor que mais afeta o aparelho reprodutivo feminino, atrás apenas do câncer de colo de útero e de endométrio — e também o que mais mata entre os ginecológicos, com taxa de mortalidade em torno de 70%. Maio é o mês dedicado à conscientização sobre a doença.

Diferente de outros tipos de câncer, o de ovário não conta com um exame de rastreamento populacional. “Não existe um programa de rastreamento específico para o câncer de ovário e, por isso, é fundamental reforçar a importância do acompanhamento ginecológico de rotina e da atenção aos sinais”, esclarece a oncologistaDaniela Barros, da Oncoclínicas.

A doença costuma ser silenciosa no início, o que dificulta a identificação. “Por não apresentar sintomas claros nas fases iniciais, o diagnóstico geralmente é feito de forma tardia, quando o tumor já se disseminou para outros órgãos. Isso impacta o prognóstico e reduz as chances de cura”, explica a oncologista Luciana Landeiro, da Oncoclínicas. Hoje, apenas 20% das mulheres são diagnosticadas em fase inicial, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO).

Ainda assim, alguns sinais inespecíficos podem aparecer e merecem atenção: perda de apetite, aumento do volume abdominal, dor abdominal ou pélvica, irregularidade menstrual, cansaço, alterações intestinais e vontade frequente de urinar. “Esses sintomas precisam ser investigados tão logo sejam notados. Eles costumam ficar mais intensos com o crescimento do tumor”, explica o oncologista Daniel Brito, da Oncoclínicas.

Quando a doença é identificada em fase inicial, o tratamento tende a ser menos agressivo.  “A detecção em estágio inicial com doença localizada, permite, em muitos casos, adotar estratégias terapêuticas menos intensiva, com menor comprometimento da qualidade de vida do paciente. No entanto, essa apresentação permanece incomum, em razão da evolução clínica frequentemente discreta e pouco específica da doença.”, afirma a oncologistaCamila Chiodi, da Oncoclínicas.

Além do fator genético hereditário, outras condições aumentam o risco: idade acima de 50 anos, nuliparidade (mulheres que nunca tiveram filhos) e obesidade. A amamentação, por outro lado, tem efeito protetor, assim como a gestação. “Mulheres que nunca amamentaram, que tiveram menarca (primeira menstruação) precoce ou menopausa tardia podem apresentar risco aumentado para a doença”, afirma a oncologista Hamanda Nery, da Oncoclínicas.

O componente genético merece atenção especial. Casos de câncer de ovário na família, ou de câncer de mama em idade jovem, em parentes de primeiro grau — mãe, irmãs ou filhas — podem indicar risco aumentado. Algumas alterações genéticas hereditárias, como as mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, elevam o risco de mais de um tipo de tumor. “Nesses casos, recomenda-se um aconselhamento genético para que medidas de prevenção sejam avaliadas pela paciente juntamente com a equipe médica”, finalizaLuciana Landeiro.

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