A polícia prendeu temporariamente Eliane Alves em sua residência próxima a uma pousada em Ubatuba, litoral de São Paulo. Ela é suspeita no caso do desaparecimento da cozinheira Berenice. O carro de Eliane tornou-se peça central na investigação devido a um disparo acidental ocorrido dentro dele durante o período crítico do desaparecimento.

O relato inicial de Eliane à família de Berenice levantou suspeitas ao descrever que teria deixado a cozinheira próximo à Praia das Toninhas para um novo emprego. No entanto, as investigações revelaram que seu veículo seguiu rumo ao Rio de Janeiro logo após o último contato com os filhos da vítima.
Durante buscas na casa da suspeita, foram encontradas armas e celulares que estão sob perícia. A caminhonete envolvida foi levada para análise detalhada pela Polícia Civil. Testemunhas relataram comportamentos contraditórios por parte de Eliane e seu namorado tentou fornecer um álibi questionável.
Com grande repercussão pública, o caso passou a ser investigado pela DIGE (Delegacia Especializada) com apoio local e busca ativa pelo corpo ou pertences pessoais de Berenice nas áreas próximas à casa da acusada.
A justiça decretou prisão temporária enquanto se aguarda mais esclarecimentos sobre possíveis ameaças feitas por ela anteriormente na região. As autoridades continuam empenhadas na resolução deste mistério envolvendo o destino incerto da cozinheira desaparecida há 11 dias.
Corpo não foi encontrado
O corpo da cozinheira não foi localizado. As investigações seguem em andamento para esclarecer a dinâmica dos fatos e localizar o cadáver da vítima.
Em conversa com um dos filhos, no dia 29 de junho, um dia antes do desaparecimento, Berenice contou ter sido dispensada do trabalho devido à baixa temporada. Ela afirmou que aguardava receber honorários referentes à demissão para voltar a Igaratá, no Vale do Paraíba, região onde reside.

