Conexão InConexão InConexão In
Font ResizerAa
  • Home
  • Institucional
  • Notícias
    • Carros
    • Cotidiano
    • Deu o que falar…
    • Esportes
    • Geral
    • Mercado
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Destaques
  • Entretenimento
    • Cultura
    • Gastronomia
    • Luxo
    • Sociedade
  • Mundo
  • Política
  • Regiões
    • São Paulo Capital
    • Centro-Oeste
    • Nordeste
    • Norte
    • Sudeste
    • Sul
  • Vídeos
Reading: PARA’Í LEVA CULTURA DO POVO GUARANI ÀS TELAS DO CINEMA
Compartilhar
Font ResizerAa
Conexão InConexão In
Buscar
  • Home
  • Institucional
  • Notícias
    • Carros
    • Cotidiano
    • Deu o que falar…
    • Esportes
    • Geral
    • Mercado
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Destaques
  • Entretenimento
    • Cultura
    • Gastronomia
    • Luxo
    • Sociedade
  • Mundo
  • Política
  • Regiões
    • São Paulo Capital
    • Centro-Oeste
    • Nordeste
    • Norte
    • Sudeste
    • Sul
  • Vídeos
Ultimas Notícias

PARA’Í LEVA CULTURA DO POVO GUARANI ÀS TELAS DO CINEMA

Rita Moraes
Rita Moraes
Publicado 15 de abril de 2023
Compartilhar
Compartilhar
Vai ter Guarani no cinema! Na quinta-feira, dia 20 de abril, estreia o filme PARA’Í, que promete levar a cultura do povo Guarani e sua luta pela terra a salas de cinema de todo o Brasil.

Realizado em colaboração com o Grupo Audiovisual da Terra Indígena (TI) Jaraguá, em São Paulo (SP), sob direção de Vinicius Toro, o longa-metragem conta a história da menina Pará, que, após encontrar uma colorida espiga de avaxi para’i – milho tradicional do povo Guarani –, inicia uma caminhada em busca de sua própria identidade.

A aldeia Yvy Porã, uma das seis da TI Jaraguá, recebe o pré-lançamento do filme no próximo domingo, 16 de abril, às 11h, durante a programação do Festival O Jaraguá é Guarani. O evento contará com a participação dos realizadores indígenas e não indígenas.

Sonia Ara Mirim, que é liderança guarani e uma das criadoras da história original que embasa o filme, explica que a ideia era “mostrar a cultura através do audiovisual”: “O povo Guarani é um povo que mexe muito com a terra, mas as pessoas não conhecem nossa relação com o alimento tradicional – e o milho é um dos alimentos tradicionais do povo Guarani há milênios.”

“Você já tinha visto um milho assim?” é a pergunta da protagonista vivida por Monique Ramos Ara Poty Mattos, uma garotinha que se encanta com a beleza do avaxi para’i e, com uma amiga, tenta cultivá-lo a todo custo. Uma história, que, segundo Sonia, poderia encantar também crianças e adultos não indígenas: “O milho foi um recado para sociedade entender essa importância.”

Enquanto o milho colorido não cresce, Pará e sua amiga inventam novos mundos em suas brincadeiras, numa caminhada por seu território – outra prática fundamental na cultura guarani. O que, para o diretor Vinicius Toro, que se aliou aos Guarani na empreitada, é uma metáfora da própria história dos povos indígenas no Brasil: “Não é uma denúncia específica, é uma história que continua, essa jornada simbólica do povo Guarani.”

“Tudo que nós somos”
Cenário das filmagens, a Terra Indígena Jaraguá não é uma das personagens da história, mas ajuda a revelar como o povo Guarani se relaciona com seu território e mantém o seu modo de vida, o nhandereko – mesmo vivendo tão próximo das grandes cidades e do sistema dos não indígenas.

“O filme mostra a preservação, a cultura, mostra o território. Muitas vezes, a gente ficava invisível, então foi se criando essa história para mostrar nossa realidade dentro da aldeia”, destaca Sonia. “E traz também a questão das retomadas de terra. As retomadas são ambientes que nos propõem fazer essas plantações; e o Itakupe é uma das áreas maiores que a gente tem para plantio”, completa a liderança, falando das lutas de seu povo para demarcar a área de 532 hectares, onde vivem cerca de 800 pessoas.

O diretor Vinicius Toro lembra que a construção do filme começou justamente em uma ação para promover o fortalecimento cultural e político das Terras Indígenas de São Paulo, o Programa Aldeias (SMC/CTI): “O objetivo das oficinas de vídeo era que a comunidade pudesse se apropriar das tecnologias e realizar projetos para visibilizar o contexto de vida dos Guarani na maior cidade do país. A discussão não é só sobre o filme em si, mas sobre todo esse universo que ele atravessa.”

“Isso vai se transformando numa história que acaba passando por toda a comunidade”, conta a liderança Sonia. “Por isso que tem igreja, o evangélico ali falando… E as crianças são curiosas mesmo, querem saber, né? Por que isso? Por que é que eu não falo Guarani? Por que é que eu falo português? Tudo isso tem dentro da comunidade. Nas escolas do Jaraguá, às vezes as crianças tinham sete, oito, nove anos e não conseguiam escrever, não conseguiam entender o que o professor estava passando. Tudo que nós somos dentro do território do Jaraguá é aquilo.”

O território, declarado em 2015, enfrenta processos judiciais, empreendimentos imobiliários, desmatamento, entre outras pressões e ameaças, mas também é lar para iniciativas de preservação da Mata Atlântica e valorização dos saberes e práticas tradicionais.

“No filme, a maioria dos personagens traz inspirações em pessoas da comunidade ou até interpretava uma certa versão de si mesma, no caso da liderança Kerexu e da melhor amiga da protagonista, a Silmara. Porém, a menina Pará não tem ligação com ninguém real, pois ela era, em si, o filme”, sintetiza ele.

Segundo a líder Sonia, o sucesso da produção é fruto de muito diálogo. “A gente tinha que mostrar essa história de uma forma ou de outra e isso foi sendo construído através do diálogo. O Vini, junto com a gente, foi escrevendo tudo que a gente falava; a importância do milho pra gente.”

O longa foi exibido em festivais brasileiros, como Brasília, Tiradentes e Rio, e também em estrangeiros, como Guadalajara, Cartagena e Mannheim-Heidelberg. Sua primeira sessão foi no Jaraguá, posteriormente contando com exibições especiais no Acampamento Terra Livre, em escolas públicas e cineclubes, com vários tipos de públicos.

PARA’Í é uma produção da Travessia Filmes e será lançado no Brasil pela Descoloniza Filmes.

 

Sinopse
PARA’Í conta a história de Pará, menina guarani que encontra por acaso um milho guarani tradicional, que nunca havia visto e, encantada com a beleza de suas sementes coloridas, busca cultivá-lo. A partir dessa busca, começa a questionar seu lugar no mundo: por que não fala guarani, por que é diferente dos colegas da escola, por que seu pai vai à igreja Cristã, por que seu povo luta por terra.

 

Ficha Técnica
Direção e Roteiro: 
Vinicius Toro
Elenco: Monique Ramos Ara Poty Mattos, Samara Cristina Pará Mirim O. Martim, Lucas Augusto Martim, Regiane Dina de Oliveira Santos, Hortêncio Karai Tataendy, Sônia Barbosa Ara Mirim
Produção Executiva: Bruno Cucio
Montagem: Victor Fisch
Direção de Fotografia: Cris Lyra
Desenho de Som: Ricardo Zollner
Direção de Arte: Maíra Mesquita
Produtora: Travessia
Ano: 2018
País: Brasil
Gênero: drama
Duração: 82 minutos

 

Sobre Vinicius Toro
Formado em Audiovisual na USP, Vinicius trabalha há 12 anos junto ao povo Guarani, realizando documentários, exposições fotográficas e livros, culminando no filme de ficção PARA’Í, resultado da criação em parceria com a comunidade indígena do Jaraguá e desenvolvido a partir de fatos vividos durante o processo da luta pela terra.

 

Sobre a Terra Indígena Jaraguá
Localizada na região noroeste da cidade de São Paulo, a Terra Indígena Jaraguá é habitada por mais de 800 pessoas e tem 532 hectares de extensão, que fazem parte do Cinturão Verde Guarani. A área foi declarada como de posse exclusiva do povo Guarani em 2015, mas ainda aguarda sua homologação pela presidência da República.

 

Sobre a Travessia Filmes
Produtora de audiovisual dedicada à cultura e a projetos educacionais, tem expressado uma visão crítica e contundente de mundo, como nos curtas-metragens “Ava Mocoi, Os Gêmeos”, vencedor do prêmio de Melhor Filme no Festival de Oberhausen, e “Quebramar”, ganhador de Melhor Documentário em Clermont-Ferrand.

 

Sobre a Descoloniza Filmes
Fundada em 2017 por Ibirá Machado, a Descoloniza Filmes nasceu com o propósito de equiparar a distribuição de filmes dirigidos por mulheres e que tragam novas propostas narrativas e temáticas, contribuindo com a construção de uma nova forma de pensar. Em 2018, a Descoloniza lançou o filme argentino “Minha Amiga do Parque”, de Ana Katz, vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Sundance, “Híbridos – Os Espíritos do Brasil”, de Priscilla Telmon e Vincent Moon, o chileno “Rei”, de Niles Attalah, vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Roterdã, e “Como Fotografei os Yanomami”, de Otavio Cury. Em 2019, codistribuiu junto à Vitrine Filmes a obra “Los Silencios”, de Beatriz Seigner, e levou aos cinemas “Carta Para Além dos Muros”, de André Canto. Durante a pandemia, lançou diretamente no streaming os filmes “Saudade Mundão”, de Julia Hannud e Catharina Scarpellini, e “Castelo de Terra”, de Oriane Descout, retomando os lançamentos em salas no segundo semestre de 2021 com “Cavalo”, de Rafhael Barbosa e Werner Sales, “Parque Oeste”, de Fabiana Assis, e “Aleluia, O Canto Infinito do Tincoã”, de Tenille Barbosa. Em 2022, realizou os lançamentos de “Sem Rosto”, de Sonia Guggisberg, “Gyuri”, de Mariana Lacerda, “Aquilo Que Eu Nunca Perdi”, de Marina Thomé, e “Êxtase”, de Moara Passoni. Em seu calendário de lançamentos de 20233, há “Muribeca”, de Alcione Ferreira e Camilo Soares, “Para’í”, de Vinicius Toro, “Para Onde Voam as Feiticeiras”, de Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral, “Luz nos Trópicos”, de Paula Gaitán, “Seus Ossos e Seus Olhos”, de Caetano Gotardo, dentre outros.

Você Pode Gostar

Samsung inicia Pré-Registro para o novo Galaxy no Brasil
Pacto Global da ONU – Rede Brasil lança Reflorestar o Corporativo, ação inédita de empregabilidade indígena no país
Avisos de licitação são publicados para obras de Infraestrutura em Crisópolis e em Salvador
Chepe Putzu desembarca na Venezuela para reforçar missão humanitária que já mobilizou mais de 1.300 Legendários após terremoto
Rei de Oyó visita a Bahia e celebra laços históricos entre Brasil e Nigéria
Últimas notícias da Semana
Aconteceu deu no Conexaoin

Tio-avô é preso por suspeita de abusar sexualmente e matar sobrinho-neto de 6 anos

Rita Moraes
Rita Moraes
8 de julho de 2026
Influenciadora e modelo brasileira morre ao cair do 27° andar de prédio em Dubai
Morre jogador da Seleção da África do Sul, que jogou na Copa do Mundo 2026
O Brasil tem quase R$ 12,5 trilhões em imóveis públicos parados e paga para não usar o que já seu
Cozinheira de pousada segue desaparecida em Ubatuba
- Anúncio-
Ad image
- Anúncio-

Você Pode Gostar

Ultimas Notícias

Transição energética: Brasil ganha 1º Centro de Competência em Hidrogênio de baixa emissão de carbono

1 de julho de 2026
Ultimas Notícias

FÉRIAS ESCOLARES – Brincadeira com pipas reforça importância de lazer seguro e convivência familiar

1 de julho de 2026
Ultimas Notícias

DOS GRAMADOS AO AEROPORTO: CRISTIANO RONALDO E VINI JR. SÃO ESCOLHIDOS COMO OS COMPANHEIROS DE VIAGEM DOS SONHOS DO BRASILEIRO, REVELA O KAYAK

29 de junho de 2026
Ultimas Notícias

Avião Solidário da LATAM chega ao país com equipes de emergência e ajuda humanitária para vítimas do terremoto

27 de junho de 2026

Sobre Nós

O Conexãoin é um portal de notícias criado pela jornalista Rita Moraes, que conecta o público às principais informações da Bahia, do Brasil e do mundo. Lançado em 2017, destaca-se pela cobertura objetiva, equipe experiente e forte presença digital. Fique conectado com a notícia.
Acesso Rápido
  • Cultura e entretenimento
  • Destaques
  • Esportes
  • Mundo
  • Política
  • Turismo
Justiça afasta secretário e vereador de Salvador por suspeita de fraude
Carla Amorim promove nova edição da campanha Alquimia com condições especiais para reaproveitamento de ouro
Grupo PHD integra espaço Motirô ao portfólio de venues em São Paulo
Suvinil e Movimento União BR transformam comunidade do Recife com projeto que mostra que Cor Muda Tudo

Contatos

  • Salvador-Bahia
  • (71) 99980-2901
  • moraes.rita1@gmail.com
© Copyright 2026| Todos os Direitos Reservados - Feito com ❤ por R2 Sites