A perícia da Polícia Civil do Distrito Federal identificou que a mulher encontrada morta e enterrada, em uma área de mata no Areal, era Ingrid Michelli Ciqueira Pinheiro Barbosa, de 38 anos. A morte dela é investigada como homicídio.
A vítima estava em situação de rua e frequentava o Centro POP de Ceilândia. Recentemente, ela havia se envolvido no furto de um celular em uma farmácia no centro de Taguatinga.

Antes de iniciar as buscas pelo cadáver dela, a PCDF recebeu uma denúncia anônima de que uma mulher havia sido assassinada e enterrada nas proximidades de um córrego no Areal.

Cães farejadores ajudaram a encontrar o corpo
O corpo da vítima foi localizado na manhã de quinta-feira (14/8).
A irmã de Ingrid, Indiana Eglyn Pinheiro Almeida disse à imprensa que a irmã era usuária de drogas, tinha três filhos e não era moradora de rua.
“Eu queria ver minha irmã, independente do jeito que ela estivesse . E o que vi foi muito triste: ela estava sem os olhos, decapitada, braços amarrados, nua e já em estado de decomposição”. Ainda segundo a irmã Ingrid estava internada em uma clínica em Brasília, a família pagava R$ 1.000 por mês, mas fugiu. “Nossa luta foi muito grande e encontrá-la dessa forma é devastador”.

”Ela tinha uma vida estruturada, estava se formando em enfermagem e tem três filhos: um que está se formando em direito, uma moça de 18 anos e um filho autista, de 5 anos. Não era ladra, mas se perdeu nas drogas”, disse emocionada.

