Luís Fabiano Gomes trafegava em seu carro com a namorada, quando dois homens em uma moto disfarçados de entregadores o assassinaram. Tudo aconteceu na tarde da última quinta-feira, 10, em umas avenidas mais movimentadas de Salvador, a Tancredo Neves. Ninguém foi preso.
A Polícia Civil informou que dois homens que estavam em uma moto preta são os suspeitos do homicídio. Ainda não há detalhes sobre a autoria, nem motivação do crime.
Acidente com veículo do empresário matou um agente da Transalvador.
Em maio de 2022, a vitima deu entre aos telejornais da TV Bahia, após um carro que estava no nome dele se envolver em um acidente na Avenida Paralela e matar uma pessoa. Segundo o empresário, ele não dirigia o carro na ocasião e explicou que havia deixado o veículo com um amigo em 2020, uma vez que era objeto de penhora judicial, em seu processo de divórcio.
Entenda o caso
O dono do carro que atropelou o agente de trânsito Jailton Pereira do Nascimento, de 53 anos, em Salvador, afirmou que estava em casa no momento do acidente.
“Eu não tinha garagem em minha casa para guardar e deixei na garagem de um parceiro de trabalho. Mas a chave estava comigo, porque o carro não tem autorização de rodar. Fui pego de surpresa quando um agente e um policial vieram na minha casa. Sou inocente na história”, disse ao Bahia Meio Dia. O agente estava atrás da viatura do órgão, quando o carro chegou em alta velocidade e atingiu ele e o veículo oficial.
Carro tinha infração de trânsito por alta velocidade
A Transalvador informou que o carro tem histórico de alta velocidade e recebeu cinco notificações por causa da infração nos últimos meses, sendo duas em Salvador e três na região metropolitana.
Quem, afinal usava o carro do dia do atropelamento?
O homem, identificado como Franklin Nascimento, confessou que estava dirigindo o veículo, negou estar acima do limite de velocidade e afirmou que não lembra o que ocorreu após a batida, apenas de ter sido socorrido por testemunhas. Na época, a Justiça negou a prisão dele.
O veículo do acidente não é o mesmo que ele usava quando foi assassinado. Não se sabe ainda se os casos têm relação.
O crime está sob investigação da 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico). Em nota, a Polícia Civil informou que imagens de câmeras de segurança da região serão analisadas, “a fim de que auxiliem na identificação dos suspeitos de envolvimento no crime”.

