Em paralelo a morte da campeã olímpica de volei Walewska de Oliveira, 43 anos, alguns fatos chamaram a atenção do público: a ausência do viúvo Ricardo Alexandre Mendes, que não compareceu ao enterro, nem arcou com as despesas com o funeral da atleta.
Mensagens
Por volta das 18h07, conforme print do WhatsApp, a ex-jogadora teria encaminhado uma mensagem para o marido com a frase: “Amo você. Mas, acho que você já tomou a sua decisão”. Imediatamente, Ricardo responde: “Também te amo”.
Após essa rápida comunicação, segundo apontam as investigações, por volta de 8 minutos após a mensagem para o marido, ela teria atentado contra a própria vida
O que disse a síndica do prédio
A gestora do condomínio Roseleine Nobre Araújo, que avisou a polícia e os familiares sobre a fatalidade.
“Eu ouvi um barulho forte, como eu sou a gestora, estava no empreendimento na hora do incidente. Eu não posso dar mais detalhes, até em respeito a família”, disse.
O que aponta as investigações da polícia?
A investigação aponta que Wal teria entrado sozinha na área da piscina, que fica no 17º andar, e lá duas testemunhas teriam visto a jogadora. Segundo relatos, aparentemente normal, sem demonstrar preocupação ou tristeza. Ela estava com uma garrafa de vinho, uma taça pela metade, uma mala e um papel sulfite.
20 anos de casados
Em postagem emocionada e citando William Shakespeare, Walewska enaltecer o amos dos dois. O esposa não fez qualquer comentário ou curtiu a postagem, com fotos dos dois brindando, no casamento.
Fazia terapia há um ano
O marido explica que a jogadora fazia terapia há 1 ano, e que não imagina o que pode ter ligado esse gatilho trágico
“Uma vez ela disse para mim: posso perder dinheiro, posso perder status, mas não posso perder você. Esse poder de posse sempre me preocupou. Por isso, de uns três anos pra cá, sempre tive compaixão e cuidado, justamente preocupado com a reação dela. Tentei levar e administrar a crise”, contou.
Vai ressarcir os custos com o enterro
Sobre não ter ajudado com os custos do funeral, e não ter atendido o cunhado para as burocracias de liberação do corpo em São Paulo, Ricardo conta que “ninguém ligou para falar de valores. Pretendo restituir tudo. Não tive condições psicológicas de reconhecer o amor da minha vida, que está morta”, afirmou.

