A TAESA, um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil, divulgou ontem (17) seus resultados referentes ao quarto trimestre (4T25) e ao consolidado do ano de 2025. Os resultados representam um ano de recordes históricos para a Companhia, marcado por avanços operacionais, execução robusta de investimentos e manutenção de altos índices de eficiência.
O lucro líquido regulatório da TAESA no 4T25 foi de R$ 313,1 milhões, representando um crescimento de 56,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2025, o lucro líquido atingiu R$ 1.124,1 milhões, uma alta de 13,4% frente a 2024. Esse desempenho reflete a otimização financeira, a entrada em operação de novos projetos e a captura de benefícios fiscais.
A Companhia registrou o maior EBITDA e realizou o maior volume de investimentos em obras de sua trajetória, totalizando R$ 1,8 bilhão. Essa performance reflete a eficiência operacional, unindo a entrega antecipada de ativos estratégicos, como Pitiguari, com uma disciplina de custos que manteve o OPEX abaixo da inflação pelo segundo ano consecutivo. Além disso, a inovação vem sendo consolidada como diferencial competitivo, com o uso de drones, sensores e IA elevando a capacidade de inspeção em 50% e reduzindo desligamentos intempestivos em 33%.
“Encerramos 2025 com uma Companhia mais eficiente, mais preparada e estrategicamente bem-posicionada para capturar as oportunidades de um setor em transformação. Com consistência operacional, disciplina financeira e visão de longo prazo, seguiremos executando nossa estratégia para transmitir energia com eficiência e qualidade, garantindo segurança e confiança em cada relação, impulsionando o desenvolvimento sustentável para as pessoas e o planeta”, diz Catia Pereira, CFO da TAESA.
O EBITDA regulatório consolidado superou R$ 2,1 bilhões no ano, atingindo o maior nível histórico da Companhia, com alta de 12,5%. Excluindo efeitos não recorrentes, o EBITDA cresceu 7,3%, com uma margem de 84%.
Receita líquida e eficiência operacional
A receita líquida regulatória da TAESA somou R$ 2,5 bilhões em 2025, um aumento de 7,9% em relação a 2024. Os principais fatores que impulsionaram este crescimento foram:
- Reajustes da RAP dos ciclos tarifários 2024-2025 e 2025-2026.
- Entrada em operação comercial do ativo Pitiguari (com aproximadamente 2 anos de antecedência) e dos reforços de Novatrans, TSN e São Pedro.
- Melhora expressiva na Parcela Variável (PV) / RAP, que teve uma queda de 70,2% em relação a 2024, mantendo a disponibilidade dos ativos em 99,94%.
Gestão de custos e investimentos recordes
As despesas operacionais (OPEX) recorrentes cresceram 2,0% em 2025. No acumulado de 24 meses, a eficiência é ainda mais evidente: o OPEX subiu 2,9%, enquanto a inflação (IPCA) no mesmo período foi de 9,3%.
Em termos de investimentos, 2025 foi o ano do maior CAPEX em obras da história da TAESA, totalizando R$ 1,8 bilhão. A Companhia investiu R$ 6,3 bilhões nos últimos 5 anos, demonstrando sua capacidade de entrega e busca por receitas incrementais.
A geração de caixa operacional também foi destaque, com um crescimento de 18% em relação a 2024. A dívida líquida, incluindo as participadas, encerrou o ano em R$ 12,4 bilhões, mantendo a alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA) estável em 4,1x durante o ano, mesmo em um ano com pico de investimentos e um cenário macro mais pressionado.
Governança e Dividendos
A Companhia manteve seus ratings AAA pelas agências Moody’s e Fitch, ambos com perspectiva estável. O pagamento de dividendos e JCP referente ao exercício de 2025 será submetido à deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO) agendada para o dia 29 de abril de 2026.
Para mais informações, acesse o site de RI da TAESA.
Sobre a TAESA – É um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil, atuando de forma segura e ininterrupta para que seus ativos estejam integralmente disponíveis ao sistema, contribuindo com o crescimento e a sustentabilidade do setor elétrico brasileiro. Exclusivamente dedicada à construção, operação e manutenção de ativos de transmissão, a empresa possui 44 concessões de serviços públicos de transmissão de energia elétrica, em 18 estados e no Distrito Federal, nas 5 regiões do país.

