Enquanto as organizações avançam na implementação de inteligência artificial, emerge um contraste relevante entre a percepção dos executivos e a disposição dos trabalhadores. Um levantamento da McKinsey mostra que os funcionários, independentemente da faixa etária, estão mais inclinados a adotar a IA do que a resistir a ela, indicando uma força de trabalho preparada para abraçar transformações tecnológicas já em 2026.
O estudo revela números expressivos: 81% dos trabalhadores acreditam que conseguirão acompanhar as mudanças tecnológicas no trabalho; 61% afirmam que a IA torna as atividades menos repetitivas e mais estratégicas; 63% estão dispostos a colaborar com um agente de IA; e 48% se sentiriam confortáveis sendo gerenciados por uma inteligência artificial.
Apesar dessa abertura por parte dos funcionários, os executivos identificam um desafio estrutural significativo. Segundo o levantamento, 56% reconhecem que mais da metade da força de trabalho precisará ser requalificada até o final de 2026. O principal gargalo, portanto, não está na resistência cultural, mas na falta de preparo organizacional para integrar a IA de forma efetiva aos processos de trabalho.
Andre Purri, CEO da HRTech Alymente, destaca que iniciativas como incentivo a hobbies, projetos voluntários e momentos de conexão informal fortalecem a resiliência mental e o engajamento emocional dos colaboradores, reduzindo o risco de turnover e ampliando a produtividade sustentável. “Empresas que equilibram controle organizacional e autonomia individual não apenas protegem seus talentos, mas também criam vantagem competitiva: equipes saudáveis são mais inovadoras, adaptáveis e capazes de manter alta performance sob pressão”, afirma.
A análise indica que treinamentos pontuais não serão suficientes para responder à magnitude da transformação em curso. A adoção consistente da inteligência artificial exigirá programas de aprendizado contínuo, capazes de desenvolver competências estratégicas e operacionais de forma progressiva, sem sobrecarregar os trabalhadores.
O cenário sugere que o sucesso da IA nas empresas dependerá tanto do investimento em infraestrutura quanto da construção de estratégias robustas de requalificação profissional. Organizações que conseguirem alinhar tecnologia e desenvolvimento humano tendem a ganhar produtividade e capacidade de inovação, enquanto aquelas que não se adaptarem correm o risco de perder competitividade no médio prazo.
Caso tenha interesse na pauta, basta nos avisar que faremos a ponte com o executivo/especialista para uma entrevista.
CEO e cofundador da Alymente, Andre Purri vem revolucionando o mercado de benefícios corporativos. Formado em Administração de Empresas pela ESPM e com mais de 10 anos de experiência no setor de meio de pagamentos e benefícios, Andre iniciou sua carreira como Líder Comercial na Stone Pagamentos, onde desenvolveu habilidades estratégicas e de liderança. Movido pelo propósito de inovar, fundou a Alymente para oferecer soluções flexíveis que transformam a gestão de benefícios, gerando impacto positivo para empresas e colaboradores. Sua visão empreendedora reflete compromisso com inovação e excelência.
Alymente é uma startup de RH (HR Tech) que redefine o conceito de gestão de benefícios corporativos. Desde 2017, oferece soluções inovadoras e personalizadas, como um cartão com bandeira Visa, aceito globalmente em até 9 categorias, incluindo alimentação, mobilidade e bem-estar. Sua plataforma também integra funcionalidades para RH, como gestão de premiações e despesas. Empresas como HEINEKEN e Nissan já adotam a experiência moderna da Alymente, que une flexibilidade, autonomia e valorização dos colaboradores, promovendo engajamento e eficiência nas relações corporativas.

