
A mulher apontada pela Polícia Civil de São Paulo como a mandante do assassinato da cunhada, Rosana Bragagnolo, ocorrido em junho de 2018 na cidade de Itu, no interior de São Paulo foi presta nesta sexta-feira, 27 de junho.

Os criminosos presos confessaram que armaram a morte a mando da idosa. Eles chegaram se passando por clientes e atacaram a empresária, dona de uma cerâmica famosa.
Marlene Bragagnolo, de 74 anos, foi presa ao desembarcar no Brasil após uma temporada nos Estados Unidos. Ela foi levada para o DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa).
Rosana, que tinha 54 anos, foi morta dentro de uma loja de cerâmica. Segundo as investigações, o crime foi motivado por uma disputa de herançadeixada pelo irmão de Marlene — que era casado com a vítima e havia morrido pouco tempo antes.
Durante os sete anos desde o crime, Marlene esteve foragida fora do país. No último dia 16 de junho, quatro pessoas foram presas suspeitas de envolvimento na execução do homicídio.
A polícia monitorava a movimentação da mandante e efetuou a prisão assim que ela retornou ao Brasil. O caso segue sob investigação.
Como aconteceu o crime?
Os assassinos de Rosana Bragagnolo, morta dentro da própria cerâmica em Itu (SP),chegaram ao local como se fossem clientes, de acordo com o relato de um dos funcionários, que pediu para ter a identidade preservada.
A vítima morreu com diversos tiros na tarde de segunda-feira, 11, na Vila Progresso. De acordo com a testemunha, minutos antes do crime Rosana estava conversando com a esposa de um funcionário sobre atestado médico.
“Foi quando os dois homens chegaram em uma moto e ficaram aguardando do lado de fora, enquanto ela terminava a conversa. Esperaram para falar com ela e depois matar”, disse.

