Muitos rumores acompanham a
família real espanhola há anos
,sobre infidelidade, roubo,
abuso e até mesmo a orientação
sexual do Rei Felipe VI.
Acontece que a realeza está
sendo associada a um
relacionamento com
Álvaro Fuster, um amigo
próximo do Palácio
da Zarzuela.

Felipe VI foi capa da revista Gay RAGAP
Simpatia pela comunidade LGBT
Oito meses depois de ter sido o primeiro monarca a convidar a comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgéneros) para uma receção no Palácio da Zarzuela, o rei Felipe VI é o protagonista do mais recente número da RAGAP Magazine, desde ontem nas bancas, numa edição especial que pretende celebrar a feira de turismo Fitur, que Madrid acolhe entre 28 de janeiro e 1 de fevereiro.
Depois de meio ano de reinado, a publicação de distribuição gratuita dedica uma grande reportagem à evolução e mudança geracional da monarquia em Espanha, adiantando, no seu site oficial, que a Casa Real “sabe e aprova” que Felipe VI tenha sido a figura de destaque na cada da atual edição.
“Independentemente de os cidadãos apoiarem ou não a monarquia como forma de Estado, a questão mais importante é a forma como a Zarzuela está a criar uma lufada de ar fresco num trono que há muito estava desgastado. Pela primeira vez, um chefe de Estado preocupou-se em ouvir as exigências das associações ativistas contra a discriminação por orientação sexual e identidade de género”, lê-se num comunicado enviado pela redação da RAGAP Magazine.
Recorde-se que, em junho, o rei de Espanha recebeu largos elogios das duas associações gay que convidou para a recepção no Palácio da Zarzuela. “Os reis receberam-nos logo na sua primeira semana como monarcas, enquanto a vice–presidente do governo [Soraya Sáen de Santamaría] nem nos respondeu aos dois pedidos que já lhe enviámos”, disse Boti García Rodrigo, a presidente da Federação Estatal LGBT.
“Esta iniciativa é uma excelente forma de começar um reinado”, acrescentou José María Núñez, o presidente da Fundação Triángulo.
Juan Carlos, Rei Emérito e pai de Felipe VI nunca gostou de Letizia
Juan Carlos nunca gostou da nora. Nunca a considerou “suficiente” para se converter em rainha consorte. E Letizia sabia dessa antipatia para consigo já que o emérito nunca fez questão de esconder aquilo que sentia pela mulher que o filho escolheu para casar.
O ex-monarca regente nunca conseguiu esconder o seu desagrado e avisou por diversas vezes o filho. Tentou impedir o casamento. E já depois de Letizia entrar casada na Zarzuela, Juan Carlos nunca desistiu que a afastar de Felipe. Os ânimos chegaram a subir de tom após ex-jornalista ter afrontado publicamente a rainha Sofia na catedral de Palma de Maiorca.
Felipe, coño, divórciate de uma vez. ¿Adónde vamos a llegar? [Felipe, divorcia-te de uma vez. A onde é que vamos parar?]”, disse aos berros Juan Carlos conforme revelou Pilar Eyre, a jornalista que muitas e boas fontes na Zarzuela. Mas ao que se sabe esta não foi a primeira vez que Juan Carlos exigiu ao filho que se divorciasse da antiga jornalista.
Briga em 2013
A primeira vez terá sido no Verão de 2013, quando os Borbón passavam férias no Palácio Marivent, em Palma de Maiorca. Nesse ano, Felipe e Letizia terão tido uma enorme zanga e a rainha optou por deixar o marido e as filhas na ilha e partiu sozinha rumo a Madrid. Sabe-se agora que foi nessa altura que Felipe soube das supostas traições da mulher com o ex-cunhado, Jaime del Burgo.
Juan Carlos não foi meigo: “Divórciate“, terá aconselhado. Esta informação é dada por Jaime Peñafiel, especialista em assuntos ligados à família real espanhola. Também pela boca de Peñafiel, Juan Carlos já havia previsto todos estes problemas. Quando Felipe oficializou o noivado com Letizia, o rei espanhol terá confidenciado a um amigo: “Com este casamento o meu filho vai dar cabo da monarquia.”
Tudo começou com uma declaração do ex-cunhado de Felipe VI
A ‘bomba’ caiu na Zarzuela quando Jaime del Burgo, ex-cunhado de Letízia, garantiu que podia provar que viveu um caso extraconjugal com a rainha, mulher de Felipe VI. Mas parece que uma polémica nunca vem só.
Rebeca Quintáns, autora de livros sobre a monarquia, foi entrevistada pela Rádio Catalunha, na qual revelou que acredita, em primeiro lugar, que o rei emérito pode estar por detrás de se ter tornado público as alegadas infidelidades da rainha: “É plausível que Juan Carlos esteja por detrás da campanha contra a Letizia, que é feito com o apoio da extrema direita (…) Agora que Leonor é maior de idade, o mais provável é que se divorciem. Mas mais coisas vão sair: os amantes de Letizia, no plural.”
Mas até a orientação sexual do rei já é questionada: “Não sei sobre Felipe, mas existem rumores sobre a sua vida íntima. É um assunto muito delicado porque aparentemente Felipe é homossexual. É um assunto delicado”, revelou, citada pelo ‘El National’. “É um detalhe importante para a falsa imagem que querem passar como família, mas parece que sim, parece que sim”, rematou.
Contudo, Letízia não se safa de um assunto também delicado: “Letizia acumulou individualmente 8 milhões de euros de fortuna pessoal que não pode sair do seu salário. Isso não é contado (…)”. Conclui-se assim que muito pode estar encoberto na Casa Real de Espanha e talvez o alegado affair entre Letízia e Del Burgo traga explicações sobre outros assuntos.

