“É um reconhecimento básico que muda a forma como a gente vive no dia a dia”, afirma Suellen Carey
A influenciadora brasileira Suellen Carey, de 38 anos, refugiada no Reino Unido, afirmou que recebeu de forma positiva a decisão da União Europeia que determina o reconhecimento da identidade de gênero de pessoas trans em documentos oficiais. Segundo ela, a medida vai além de uma questão burocrática e impacta diretamente a rotina e a forma como essas pessoas circulam e são reconhecidas no dia a dia.
A influenciadora conta que a decisão representa mais do que uma mudança legal e está ligada a situações práticas que fazem parte da vida de quem vive fora do país de origem. “Muita gente não imagina o que é viver com documentos que não correspondem à sua identidade. Você precisa se explicar o tempo todo, seja em aeroporto, em banco ou até em coisas simples do dia a dia”, relata.
Segundo ela, a falta de reconhecimento gera constrangimento e coloca pessoas trans em situações de exposição constante. “Já passei por momentos em que precisei justificar quem eu era para alguém que nunca deveria ter esse poder sobre mim. Isso te coloca em uma posição muito vulnerável”, diz.
Suellen afirma que a decisão representa um avanço importante para pessoas trans que vivem na Europa, mas também evidencia o quanto esse tipo de reconhecimento ainda é necessário. “Não é sobre privilégio, é sobre conseguir existir com o mínimo de dignidade, sem ter que se explicar o tempo inteiro”, relata, acrescentando que, na prática, isso muda completamente a forma como essas pessoas vivem e se movimentam. “Quando o documento corresponde a quem você é, tudo fica mais simples, mais seguro e mais humano”, conclui.
A influenciadora brasileira Suellen Carey, de 38 anos, refugiada no Reino Unido, afirmou que recebeu de forma positiva a decisão da União Europeia que determina o reconhecimento da identidade de gênero de pessoas trans em documentos oficiais. Segundo ela, a medida vai além de uma questão burocrática e impacta diretamente a rotina e a forma como essas pessoas circulam e são reconhecidas no dia a dia.
A influenciadora conta que a decisão representa mais do que uma mudança legal e está ligada a situações práticas que fazem parte da vida de quem vive fora do país de origem. “Muita gente não imagina o que é viver com documentos que não correspondem à sua identidade. Você precisa se explicar o tempo todo, seja em aeroporto, em banco ou até em coisas simples do dia a dia”, relata.
Segundo ela, a falta de reconhecimento gera constrangimento e coloca pessoas trans em situações de exposição constante. “Já passei por momentos em que precisei justificar quem eu era para alguém que nunca deveria ter esse poder sobre mim. Isso te coloca em uma posição muito vulnerável”, diz.
Suellen afirma que a decisão representa um avanço importante para pessoas trans que vivem na Europa, mas também evidencia o quanto esse tipo de reconhecimento ainda é necessário. “Não é sobre privilégio, é sobre conseguir existir com o mínimo de dignidade, sem ter que se explicar o tempo inteiro”, relata, acrescentando que, na prática, isso muda completamente a forma como essas pessoas vivem e se movimentam. “Quando o documento corresponde a quem você é, tudo fica mais simples, mais seguro e mais humano”, conclui.

