Palmeiras e Criciúma vendem as cervejas mais caras nos estádios da Série A; Fortaleza e Atlético-GO cobram mais barato

Palmeiras e Criciúma vendem as cervejas mais caras nos estádios da Série A; Fortaleza e Atlético-GO cobram mais barato

 

 

  • Inaugurado em Santa Cruz, Califórnia, EUA, em 2007, e hoje comemorado em todo o mundo, o Dia Internacional da Cerveja é comemorado na primeira sexta-feira de agosto (este ano, 2 de agosto de 24).
  • Pesquisa mostra ranking do preço da cerveja nos estádios da Série A do Brasileirão.

Em um cenário onde os torcedores já desembolsam valores consideráveis com ingressos, alimentação e transporte para acompanhar seus clubes, o preço da cerveja nos bares dos estádios se torna um fator relevante. A relação entre futebol e cerveja é clara: 85% dos consumidores da bebida são apaixonados pelo esporte, e as vendas de cerveja costumam aumentar em 50% na hora das partidas.

 

Para entrar no clima do Dia Internacional da Cerveja, o site de entretenimento OnlineCassino.com.br realizou uma pesquisa e revelou o ranking de preço das cervejas vendidas dentro dos estádios dos times da primeira divisão. Torcedores do Fortaleza e do Atlético-GO já podem se considerar os líderes do ‘Cervejeirão’, pois consomem as cervejas mais baratas entre todos os clubes.

 

Quem for ao Castelão e ao Antônio Accioly pode degustar os produtos por R$6. É menos da metade do preço cobrado aos torcedores de Criciúma e Palmeiras, que precisam desembolsar R$16 por uma cerveja no Estádio Heriberto Hülse e no Allianz Parque, ficando na lanterna do ranking.

 

Confira a classificação completa do ‘Cervejeirão’* e descubra quais torcedores de futebol apreciam as geladas mais baratas (e mais caras).

 

1. Fortaleza: R$6 – Castelão

1. Atlético-GO: R$6 a 8 – Antônio Accioly

2. Cuiabá: R$8 – Arena Pantanal

3. Cruzeiro: R$10 a R$12 – Mineirão

3. Vitória: R$10 a R$15 – Barradão

3. Athletico-PR: R$10 a R$15 – Ligga Arena

4. Corinthians: R$12 (sem álcool) – Neo Química Arena

4. Flamengo and Fluminense: R$12 – Maracanã

4. Juventude: R$12 (sem álcool) – Alfredo Jaconi

4. São Paulo: R$12 (sem álcool) – Morumbis

4. Vasco: R$12 – São Januário

4. Bahia: R$12 a 14 – Casa de Apostas Arena Fonte Nova

5. Atlético-MG: R$13 – Arena MRV

6. Botafogo: R$14 – Nilton Santos/Engenhão

7. Criciúma: R$16 – Heriberto Hülse

7. Palmeiras: R$16 (sem álcool) – Allianz Parque
* Valores obtidos através de dados enviados por clubes e pesquisa online entre torcedores de cada equipe. Nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul, é proibida a venda de bebidas alcoólicas nos estádios, portanto, as cervejas são ‘zero álcool’. A pesquisa não conseguiu coletar os dados de preços dos estádios do Grêmio, Internacional e Bragantino.
De acordo com o relatório Convocados 23, esses são os torcedores brasileiros que mais consomem cerveja:
Bahia: 82%

Santos: 81%

Atlético-MG: 79%

Fluminense: 76%

Grêmio: 76%

Corinthians: 75%

 

O Brasil ocupa o terceiro lugar global em consumo total de cerveja por ano. Porém, ao contabilizar a cerveja consumida por pessoa, o Brasil aparece numa posição um pouco mais humilde, no 25º lugar.
Veja mais algumas curiosidades sobre a relação do Brasil com a cerveja:

 

Primeira fábrica de cerveja: A primeira fábrica de cerveja do Brasil foi fundada por um alemão chamado Henrique Kremer, em 1834, no Rio de Janeiro. Porém, foi em 1853 que a primeira cervejaria comercial, a Cervejaria Bohemia, foi inaugurada em Petrópolis, também por imigrantes alemães.
O Brasil é um dos poucos países que utilizam milho em larga escala na produção de cerveja. Isso se deve, em parte, à disponibilidade do ingrediente e à busca por uma bebida mais leve, refrescante e adequada ao clima tropical do país.
Você sabia que a cerveja mais vendida no Brasil, a Skol, é, na verdade, dinamarquesa? A Ambev possui licença para produzir no Brasil. É também a quarta cerveja mais vendida no mundo.
O número de cervejarias no país cresceu 6,8% em 2023. Isso significa que o número de estabelecimentos saltou de 1.729, em 2022, para 1.847, em 2023. O estado de São Paulo é o líder com 410 cervejarias.
Todas as regiões do país apresentaram aumento no número de cervejarias. Seguindo a tendência observada nos anos anteriores, a região Sudeste lidera com 856 cervejarias, representando 46,3% do total de estabelecimentos do Brasil.

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