| Ter uma premiação que reconhece e incentiva a produção científica sobre grupos historicamente invisibilizados é um avanço significativo para a dermatologia brasileira. O Prêmio Dermatologia + Inclusiva, promovido pela divisão de Beleza Dermatológica do Grupo L’Oréal no Brasil, anunciou sua 2ª edição com o propósito de fortalecer pesquisas que tragam respostas às diversas realidades da pele brasileira – agora ampliando o escopo para incluir não apenas pessoas negras, mas também populações indígenas e transgêneras. A iniciativa nasce do compromisso da marca em apoiar uma ciência mais representativa, capaz de refletir a pluralidade do país e combater as desigualdades de acesso à saúde da pele. Afinal, no Brasil, 56% da população se declara preta ou parda, segundo o IBGE, e as mulheres pretas e pardas correspondem a cerca de 28% da população total – uma parcela expressiva da sociedade que ainda enfrenta barreiras no acesso à saúde e na produção científica. Com um olhar ainda mais amplo na segunda edição, o Prêmio Dermatologia + Inclusiva premiará quatro projetos de pesquisa voltadas para as populações negras, indígenas e transgêneras com bolsas de R$ 50 mil cada. O valor busca apoiar estudos em áreas prioritárias da dermatologia: acne e pele oleosa; barreira da pele; couro cabeludo e fibra capilar; e fotoproteção e hiperpigmentação. Para Eduardo Paiva, Diretor de Diversidade, Equidade e Inclusão do Grupo L’Oréal no Brasil, o Prêmio Dermatologia + Inclusiva é um chamado para a ciência enfrentar de frente os desafios que ainda afastam parte da população do cuidado dermatológico. “Acreditamos que a ciência da pele e dos cabelos deve refletir a vasta diversidade da sociedade brasileira. Com essa premissa, direcionamos nossos esforços para fortalecer pesquisas que ofereçam respostas concretas às variadas realidades, garantindo que grupos historicamente sub-representados — como pessoas negras, indígenas e transgêneras — tenham acesso a um cuidado de saúde mais inclusivo. Nosso propósito é estimular a geração de conhecimento que supra essas lacunas, promovendo o acesso a informações científicas de qualidade. Dessa forma, médicos, cientistas, a população e a indústria da beleza serão beneficiadas por uma visão mais representativa.”, afirma. Eduardo Paiva, Diretor de Diversidade, Equidade e Inclusão do Grupo L’Oréal no Brasil Luciana Mattos, premiada na primeira edição do Dermatologia + Inclusiva
Nathalia Harnam, Diretora de Comunicação Científica do Grupo L’Oréal no Brasil A premiação contempla estudos concluídos ou em fase de desenvolvimento. Pesquisadores(as) e estudantes interessados(as) poderão inscrever seus trabalhos por meio da plataforma oficial do prêmio (https://cloud.crm.dermaclub.com.br/dermatologiamaisinclusiva), com prazo máximo de submissão até 04 de dezembro de 2025. O resultado parcial será divulgado a partir de 23 de março de 2026. O Grupo L’Oréal se dedica à beleza há 115 anos. Com seu portfólio internacional único de 37 marcas diversas e complementares, o Grupo gerou vendas no valor de 43.48 bilhões de euros em 2024 e conta com mais de 90 mil colaboradores em todo o mundo. Como líder mundial em beleza, a empresa está presente em todas as redes de distribuição: mercados, lojas de departamento, farmácias e drogarias, cabeleireiros, varejo de viagens, varejo de marca e e-commerce. Pesquisa & Inovação, e uma equipe de pesquisa dedicada de 4.000 pessoas, estão no centro da estratégia da L’Oréal, trabalhando para atender as aspirações de beleza em todo o mundo. Reforçando seu compromisso de sustentabilidade, a L’Oréal anunciou o programa L’Oréal Para o Futuro e estabeleceu metas ambiciosas de desenvolvimento sustentável em todo o Grupo para 2030, visando capacitar seu ecossistema para uma sociedade mais inclusiva e sustentável. |
Novembro Negro: Prêmio Dermatologia + Inclusiva reforça compromisso com a ciência e amplia escopo para pesquisas voltadas a populações negras, indígenas e transgêneras

