Cerimônia no Congresso Nacional marca o reconhecimento da trajetória do médico nas áreas de pesquisa, ensino e produção científica
Nesta segunda-feira, 8 de dezembro, o médico baiano Gabriel Almeida oficializou sua entrada na Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura (ABRASCI), em cerimônia realizada no Congresso Nacional. A sessão contou com representantes da instituição, membros convidados e autoridades ligadas ao setor científico e cultural.

A nomeação marca o reconhecimento da trajetória do profissional nas áreas de pesquisa, ensino médico e produção intelectual. Durante a solenidade, Almeida assumiu a cadeira 308, que tem como patrono o cientista Luc Montagnier, Prêmio Nobel responsável pela descoberta do HIV.

Em manifestação após a posse, o médico destacou o significado da honraria:
“Dia memorável. Hoje tomei posse no Congresso Nacional, em Brasília, na Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura. Honrado em ter como patrono o renomado cientista Luc Montagnier, prêmio Nobel por descobrir o vírus HIV.”
Trajetória e atuação
Médico formado pela Universidade Estadual de Alagoas (2005), com registro no CREMESP 180956 e formação em Cirurgia Geral pela SESAB (RQE 121513), Gabriel Almeida mantém atuação como pesquisador, professor e autor. Possui artigos publicados e é responsável por obras voltadas ao público geral e à comunidade médica, entre elas:
- Saúde Além do Tempo (2019)
- Efeito Sanfona (2022)
- O Despertar da Mente Magra(2023)
- A Ciência do Jejum (2025)
Também assina materiais de referência técnica para médicos, como os conteúdos de mentoria em emagrecimento, terapias injetáveis, sarcopenia, implantes subcutâneos e lipedema. É coordenador e professor da Pós-Graduação em Ciências da Obesidade e Sarcopenia, além de cursos de extensão autorizados pelo MEC nas áreas de emagrecimento, reposição androgênica, terapias injetáveis e lipedema. Ao todo, mais de 8 mil profissionais já passaram por seus programas de formação.
Sobre a ABRASCI
A Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura atua desde 1910, com origem registrada como Academia Brasileira de História. Ao longo de sua existência, manteve a preservação da memória cultural e científica do país. Sob nomes como Afrânio de Mello Franco, Alberto Rangel, Basílio de Magalhães e Ramalho Ortigão, consolidou-se como entidade dedicada ao estudo e difusão da cultura nacional.
A partir de 1958, com a atuação de Othon Costa, Carlos Xavier Paes Barreto e Vieira Souto, ampliou atividades e consolidou presença intelectual no Rio de Janeiro, onde permanece sediada.
A posse de Gabriel Almeida reforça o papel da instituição na interlocução entre ciência, medicina e patrimônio histórico, reconhecendo profissionais que contribuem para o desenvolvimento de áreas estratégicas do conhecimento.

