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Ainda dá tempo para assistir 2ª Mostra de Cinema egípcio Contemporâneo do CCBB

A última semana da 2ª Mostra de Cinema Egípcio Contemporâneo contará com um encerramento neste próximo domingo, dia 30/08, às 16h30.

Será apresentado um vídeo com depoimentos do público e clip de cenas dos filmes, além de um bate-papo ao vivo com o cineasta Majdy Ahmad Ali, diretor de Mawlana, o poeta e escritor egípcio Zein El Abedin Fouad, que vai declamar poesias, e o curador Amro Saad. Os dois artistas têm longas e consagradas trajetórias nos países de língua árabe. “Vamos falar sobre a arte em tempos de crise. Eles testemunharam muitas mudanças no Egito”, comenta Saad.

Após a apresentação, o público poderá participar do debate de encerramento com Karim Hanafy, diretor de O portão de partida, às 17h. O filme ganha sessão extra e fica disponível desde sábado, 17h, até o debate. 

Até hoje a 2ª Mostra de Cinema Egípcio Contemporâneo contou com quase 21 mil pessoas acessando os filmes. Sendo que esse número pode ser ainda bem maior, pois, em cada acesso, pode existir um grupo de pessoas assistindo.

Para comemorar o sucesso da mostra, os filmes estão disponíveis por muito mais tempo (durante 24h), a partir das 17h do dia de sua exibição. Esse foi o pedido mais recorrente nos muitos comentários feitos no site da mostra.

2ª Mostra de Cinema Egípcio Contemporâneo, a primeira totalmente on-line realizada pelo CCBB, começou em 29 de julho, exibiu gratuitamente 24 filmes, produzidos entre os anos de 2011 e 2019, alguns deles com sessões inclusivas, realizou debates e workshops. O projeto é patrocinado pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Programação – últimos dias:

Dia 27/08 – Quinta-feira – 17h

“Vila 69”. De Ayten Amin (Egito, 2013). 120 min.12 anos.

Hussein é um arquiteto em estado terminal, mas encantador, que desfruta de uma rotina solitária em sua antiga casa de família e de uma variedade de visitantes femininas. Sem perceber que seu passado está prestes a alcançá-lo, a irmã de Hussein e seu neto se mudam para casa, interrompendo um estilo de vida bem estabelecido e forçando-o a reexaminar suas ideias sobre vida, amor e família.

“Fotocópia”. De Tamer Ashry (Egito, 2017). 90 min.10 anos. Sessão inclusiva com audiodescrição.

Mahmoud, um velho aposentado, é proprietário de um centro de datilografia e fotocópia no Cairo que está lentamente se tornando irrelevante devido ao crescente uso de computadores. Ele leva uma vida rotineira que gira em torno de seus negócios, sua pensão sempre atrasada, seus vizinhos e clientes. Mahmoud começa a aprender sobre a extinção de

Dia 28/08 – Sexta-feira – 17h

“Mawlana”. De Magdi Ahmed Ali (Egito, 2016). 130 min.10 anos.

Uma jornada aparentemente tradicional de um jovem sheikh em uma mesquita governamental que deixa de liderar orações para se tornar uma celebridade da TV emitindo “fatwas” aceitos por milhões de pessoas. Ele conquista uma legião de fãs por sua coragem e pelas tentativas de se desviar da retórica religiosa usual em uma sociedade fortemente influenciada pelo fundamentalismo. 

 

“Verde seco”. De Mohammed Hammad (Egito, 2016). 73 min. 14 anos.

Iman é uma jovem religiosa conservadora que se incomoda com a opinião dos outros sobre ela e que mantém uma posição rígida sobre a extinção das tradições sociais. Uma terrível descoberta, no entanto, irá fazê-la abandonar todas as tradições às quais um dia foi tão apegada.

 

Dia 29/08 – Sábado – 17h

“O portão de partida”. De Karim Hanafy. (Egito, 2014). 65 min.10 anos. Sessão inclusiva com legenda descritiva.

Uma meditação sobre tristeza, morte e aprisionamento psicológico que dispensa diálogo e narrativa para uma experiência visual que quebra as convenções.

“O elefante azul 1”. De Marwan Hamed (Egito, 2014). 170 min. 16 anos.

Após cinco anos afastado, o psiquiatra Dr. Yehia retorna ao seu trabalho apenas para encontrar seu amigo universitário, Sherif , que acabou de chegar para avaliação mental e psicológica por ser acusado de assassinato. Tentando ajudá-lo, Yehia desvenda mistérios que nunca pensou que existissem.

“O elefante azul 2”. De Marwan Hamed (Egito, 2019). 130 min. 16 anos.

Um novo preso no hospital psiquiátrico vira a vida do Dr. Yehia de cabeça para baixo. Ele prenuncia que a morte de toda a sua família está a apenas três dias. Yehia então usa as pílulas de elefante azul na tentativa de controlar as coisas e resolver os quebra-cabeças que ele enfrenta. O longa se tornou o filme egípcio com maior bilheteria na história do cinema egípcio.

Dia 30/08 – Domingo  – Encerramento

16h30 – vídeo com depoimentos do público, clip de cenas dos filmes, bate-papo com o poeta e escritor egípcio Zein El Abedin Fouad, o cineasta Majdy Ahmad Ali, e o curador Amro Saad.

17h – Debate com Karim Hanafy, diretor de O portão de partida, e o curador Amro Saad

 

SERVIÇO

2ª Mostra de Cinema Egípcio Contemporâneo

29 de julho a 30 de agosto de 2020 

Patrocínio: Banco do Brasil
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil

Curadoria: Amro Saad 

Produção: Orientse

Acesso à Mostra: cadastro gratuito pelo http://www.cinemaegipcio.com

Centro Cultural Banco do Brasil 

#CCBBemCasa

Acesso às ações e links de outra atividades digitais:

www.bb.com.br/cultura e redes sociais dos CCB

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POR: Rita Moraes
Publicado em 28/08/2020