/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_1f551ea7087a47f39ead75f64041559a/internal_photos/bs/2025/C/I/IzYKphRhiS2zAcduvQow/ext-charlotte-2.jpg)
O pai da jornalista britânica Charlotte Peet, de 32 anos desaparecida desde 8 de fevereiro .disse que está “muito preocupado”, enquanto seus colegas estão pedindo às autoridades brasileiras que intensifiquem os esforços de busca.
A última mensagem de Charlotte foi enviada a uma amiga dia 8 de fevereiro para dizer que estava em São Paulo, mas estava indo para o Rio de Janeiro e estava procurando um lugar para ficar.
Derek Peet disse à Sky News que Charlotte voou para o Brasil sem contar à família.
— Eu não diria que era normal, havia algo em sua mente, obviamente, caso contrário, ela nos teria contado — declarou ele.
A amiga do Rio disse a Charlotte que ela não podia ajudar e declarou ter ficado preocupada depois que não respondeu às suas mensagens após a sua família fazer tentativas malsucedidas de contatá-la.
— Ela foi rastreada até o Aeroporto de Gatwick (em Londres) e se descobriu que ela havia embarcado num avião para São Paulo e então o rastro esfriou. É muito preocupante, mas não tenho mais nada a dizer, estou muito preocupado, mas simplesmente não sei o que está acontecendo, estamos apenas tentando juntar os pedaços, na verdade — acrescentou Derek.
Num primeiro momento, a Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat), da Polícia Civil carioca, assumiu a investigação, que já foi repassada para as autoridades de SP.
A Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira no Brasil (Acie) divulgou uma nota em que manifestou sua preocupação com o desaparecimento de Charlotte e se solidarizou com a família e os amigos da jornalista. Segundo o comunicado a profissional chegou ao Brasil há dez dias.
Ainda conforme a nota da Acie, a Secretaria da Segurança Pública paulista disse que o Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) auxiliará no caso.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_1f551ea7087a47f39ead75f64041559a/internal_photos/bs/2025/b/u/UG3B7iSf6oRcA8TaarlA/blog-peet.jpg)
Ela esteve no Rio de Janeiro há dois anos atrás
“Charlotte esteve há mais de dois anos no Rio de Janeiro, quando trabalhou como correspondente freelancer. Após voltar a Londres, Charlotte retornou ao Brasil em novembro do ano passado. No dia 8 de fevereiro deste ano, Charlotte entrou em contato com uma amiga no Rio, via WhatsApp. Ela disse que estava em São Paulo e que planejava seguir para o Rio de Janeiro. Precisava de um lugar para ficar. A amiga respondeu que, infelizmente, não poderia hospedá-la”, diz o comunicado da associação.
De acordo com a Acie, dias depois o contato de Charlotte, a família da jornalista, que vive no Reino Unido, procurou a amiga dizendo que havia perdido contato com ela. Para ajudar nas buscas, os parentes forneceram informações sobre o voo de Charlotte para o Brasil, além de uma foto do passaporte. atrásCharlotte é jornalista freelancer para veículos como Al Jazeera, The Telegraph, The Evening Standard, The Times e The Independent.
“Como jornalista freelancer, Charlotte conheceu alguns dos correspondentes estrangeiros associados à Acie. Segundo relatos, ela fez reportagens do Brasil para veículos estrangeiros, incluindo a rede árabe Al Jazeera, além de trabalhar como freelancer para veículos britânicos e até de Portugal. A Acie e sua diretoria fazem um apelo às autoridades competentes para que intensifiquem as buscas no sentido de encontrar a jornalista britânica o mais rapidamente possível”, finaliza a associação.

