Dirigido por Rafael Saar, ‘Apopcalipse Segundo Baby’ será distribuído pela Descoloniza Filmes
| Uma das figuras mais exuberantes e transgressoras da música brasileira, Baby do Brasil revisita sua própria trajetória em APOPCALIPSE SEGUNDO BABY, de Rafael Saar, selecionado para a Competição Oficial do É Tudo Verdade, o maior festival de documentários da América do Sul. Ícone da contracultura, a cantora relembra a obra e o estilo de vida libertários dos Novos Baianos, onde sua carreira começou, o mergulho no universo pop em seu trabalho solo, suas reinvenções camaleônicas e seu espírito hippie.
Sob a batuta de Rafael Saar, que já trabalhou com Ney Matogrosso, e documentou as vidas e obras de Luhli & Lucina, Maria Alcina e Luís Capucho em documentários que misturam linguagens e narrativas, APOPCALIPSE SEGUNDO BABY também segue o caminho da invenção: “Subvertemos o modelo tradicional, deixamos de lado as entrevistas com personalidades e focamos na jornada autorreflexiva de Baby. Exploramos respostas e perguntas sobre uma figura que é um ícone da transgressão, buscando a definição de Baby no Los Angeles Times: de que ela possui o fogo e a fúria de uma Janis Joplin latina”, explica o diretor. A produção do filme iniciou em 2008, e 18 anos depois chega às telas de cinema. Produzido pela Dilúvio Produções em parceria com o Canal Brasil, o documentário reconstrói as memórias da vida da artista em viagens para lugares-chave desta história, como Salvador, Niterói e Santiago de Compostela. Deslocamentos que permitem que uma das personagens mais únicas e multifacetadas da MPB reflita sobre sua infância, a fuga na adolescência para a Bahia, a vida comunitária e a permanente busca espiritual. Muito além da biografia convencional, APOPCALIPSE SEGUNDO BABY explora as múltiplas camadas de uma personalidade em constante reinvenção. O documentário terá exibições entre 12 e 14 de abril no É Tudo Verdade, em São Paulo e no Rio de Janeiro (confira abaixo). O filme, que atravessa décadas de transformação artística, espiritual e estética de Baby do Brasil, chegará aos cinemas com distribuição da Descoloniza Filmes. |
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| SERVIÇO São Paulo 12/04 (domingo) – 20h30 – Cinesesc (presença de Baby do Brasil e equipe) 13/04 (segunda-feira) – 18h00 – Cinemateca (Sala Grande Otelo)Rio de Janeiro 13/04 (segunda-feira) – 20h00 – NetRio 5 (presença de Baby do Brasil e equipe) 13/04 (segunda-feira) – 20h30 – Net Rio 3 14/04 (terça-feira) – 16h00 – NetRio 3 |
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| SINOPSE Uma viagem em primeira pessoa pela trajetória da cantora Baby do Brasil. A partir de sua pluralidade transgressora, revisitamos este caminho, da liberdade dos Novos Baianos ao brilho da carreira solo, do espírito hippie ao pop multicolorido, de Janis Joplin a Ademilde Fonseca. A revelação da versatilidade rítmica e musical, e da ousadia de um ícone da contracultura. |
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| O DIRETOR Diretor, roteirista e montador. Mestre em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense, especialista em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes. Dirigiu curtas-metragens, entre eles Depois de Tudo, com Ney Matogrosso e Nildo Parente, vencedor de mais de 10 prêmios, incluindo Melhor Ator para Nildo Parente no Festival de Brasília e Melhor Filme Estrangeiro nas Jornadas Argentinas de Cine y Video Independiente. |
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| FILMOGRAFIA 2008 – Depois de Tudo, 12 min 2010 – Homem-Ave, 7 min 2012 – Crisálida, 19 min 2014 – Yorimatã, 116 min 2022 – Primavera em Cada Vida, 14 min 2023 – Peixe Abissal, 110 min 2024 – Sem Vergonha, 79 min |
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| FICHA TÉCNICA Título original | Apopcalipse Segundo Baby Título internacional | The Apopcalypse According to Baby Direção e roteiro | Rafael Saar Pesquisa | Rafael Saar Produção executiva | Maria Flor Brazil, Rafael Saar Direção de produção | Isabella Raposo Assistente de direção | Isabella Raposo, Lucas Marques, Maria Fernanda Corrêa Direção de fotografia | Guilherme Tostes, Thaís Grechi, Tiago Rios, Rafael Saar Montagem | Claudio Tammela, Rafael Saar Direção de arte | Luciano Caetano Som direto | Eduardo Camelo Desenho de som | Isadora Maria Torres, Léo Bortolin, Luana Leobas Mixagem | Ernesto Sena, Guilherme Farkas Finalização | Sem Rumo Duração | 110 minutos Produção | Dilúvio Produções Coprodução | Canal Brasil Distribuição | Descoloniza Filmes Classificação | 10 anos País e ano de produção | Brasil, 2026 |
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| SOBRE DILÚVIO PRODUÇÕES Realizou curtas e longas-metragens como “Yorimatã”, “Peixe Abissal” e “Sem Vergonha” de Rafael Saar, além de “A Mulher e o Rio” e “A Matéria Noturna”, de Bernard Lessa. Produziu os especiais para TV “Maria Alcina – De normal bastam os outros” e “Alaíde Costa – A Dama da Canção”, ambos em coprodução com o Canal Brasil, e as séries internacionais “/lost+found”, para o Canal Curta, e a inédita “Seis propostas para um mundo possível”, de Pedro Henrique Ferreira, para o CineBrasil TV. |
| SOBRE A DESCOLONIZA FILMES A Descoloniza Filmes é uma distribuidora e produtora audiovisual independente sediada em São Paulo, fundada em 2017 por Ibirá Machado. Desde 2018, atua no lançamento e circulação de filmes autorais brasileiros e do sul global, com foco em obras de relevância social, política e cultural. Seu catálogo reúne longas exibidos e premiados em importantes festivais nacionais e internacionais, como Cannes, Berlim, Rotterdam, É Tudo Verdade e Festival de Brasília, além de circulação comercial em salas de cinema, plataformas digitais e televisão. Entre os títulos lançados estão Carta Para Além dos Muros, de André Canto (Top 10 Netflix Brasil), Aleluia, o Canto Infinito do Tincoã, de Tenille Barbosa, Para Onde Voam as Feiticeiras, de Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral, Dorival Caymmi – Um Homem de Afetos, de Daniela Broitman, Máquina do Desejo, de Lucas Weglinski e Joaquim Castro, Luz nos Trópicos, de Paula Gaitán, Incompatível com a Vida, de Eliza Capai, Thiago & Ísis – Os Biomas do Brasil, de João Amorim, Neirud, de Fernanda Faya, e Rejeito, de Pedro de Filippis. Para 2026, a Descoloniza prepara os lançamentos de Cheiro de Diesel, de Gizele Martins e Natasha Neri, Mais Um Dia, Zona Norte, de Allan Ribeiro, Nós Somos o Amanhã, de Lufe Steffen, Diamantes, de Daniela Thomas, Sandra Corveloni e Beto Amaral, Peréio, Eu Te Odeio, de Tasso Dourado e Allan Sieber, e Clarice Vê Estrelas, de Letícia Pires. A empresa também atua em coproduções e projetos de impacto, articulando distribuição, formação de público e estratégias de circulação em diferentes territórios. |

