“Hell”, cidade nos Estados Unidos, é o local que a campanha da nova marca do Grupo DUX indica que símbolos do sistema financeiro tradicional sejam enviados
Vídeo-manifesto da fintech ANTI, da economia criativa, gravado em Hell – Michigan (Estados Unidos)
Em um momento em que bancos digitais disputam atenção com experiências cada vez mais parecidas entre si, a fintech ANTI decidiu seguir o caminho oposto: transformar o próprio sistema financeiro em antagonista da marca. Criado pelo Grupo DUX, a ANTI estreia no mercado voltada à economia criativa e uma campanha de lançamento construída sobre um discurso contra a burocracia, a linguagem corporativa e os modelos tradicionais de relacionamento bancário. A operação nasce especializada em criadores, agências, produtoras, estúdios e empresas criativas que convivem com prazos longos de pagamento, que podem variar de 60 a 120 dias, tornando o fluxo de caixa irregular e dificultando o acesso a crédito adaptado à dinâmica do setor.
O lançamento marca uma nova etapa para o Grupo DUX, que nasceu a partir da antecipação de recebíveis para a economia criativa e agora consolida essa experiência em uma arquitetura financeira mais ampla para o setor: a ANTI. Com a marca, a companhia passa a reunir, em uma mesma frente, conta digital, movimentações financeiras, Pix, pagamentos, recebimentos e integração com soluções de antecipação de contratos, produto que originou a operação da empresa.
“O sistema financeiro tradicional nunca foi desenhado para quem trabalha por projeto, recebe em D60 ou D90 e vive ciclos de receita imprevisíveis. A ANTI nasce justamente como reação a isso”, afirma o CEO do Grupo DUX, Luiz Octávio Gonçalves Neto.
O inferno existe e é uma cidade nos EUA
Para lançar a fintech ANTI, o Grupo DUX apostou em uma construção de marca pouco convencional para o setor. A campanha de lançamento, criada pelas agências FLVR e Papoco, desenvolve o conceito “Mande os bancos tradicionais para o inferno” e inclui peças de mídia OOH em São Paulo e Rio de Janeiro, inclui ativações digitais, creators e um filme-manifesto gravado diretamente em Hell, cidade real localizada no estado de Michigan, nos Estados Unidos. Na ação, objetos associados ao universo corporativo financeiro, como coletinhos puffers, crachás, raquetes de beach tennis e patinetes elétricos, são enviados simbolicamente para a cidade americana.
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Antecedendo o anúncio oficial, o Grupo DUX realizou, no final de semana de 5 a 6 de junho, uma série de ativações provocativas nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A campanha ocupou pontos estratégicos como a Faria Lima e a Avenida Paulista, além de praias fluminenses, com painéis e faixas em aviões que exibiam imagens de objetos icônicos do universo “farialimer”, como sapatênis, patinetes elétricos e coletinhos puffer, sendo consumidos pelo fogo. A iniciativa busca posicionar a marca no território da criatividade, dialogando diretamente com os profissionais que não se reconhecem na rigidez corporativa.
A estratégia busca posicionar a ANTI menos como uma solução financeira tradicional e mais como uma marca cultural conectada ao comportamento da economia criativa. “Existe uma geração inteira de profissionais criativos que não se reconhecem na estética, na linguagem e nem na lógica do sistema bancário tradicional. A ANTI foi construído para dialogar com esse público de forma mais hone
sta, simples e contextual”, explica o CMO do Grupo DUX, João Pedro Novochadlo.
O Grupo DUX já movimentou mais de R$ 215 milhões em antecipação de recebíveis e projeta chegar a R$ 800 milhões até o fim de 2026. Hoje, a base da companhia reúne mais de 210 mil profissionais e empresas conectados, direta e indiretamente, à plataforma. A aposta da empresa acompanha o crescimento da economia criativa brasileira, setor que representa cerca de 3,5% do PIB nacional, segundo dados do Observatório Itaú Cultural e da FIRJAN.
“Mais do que disputar mercado com bancos digitais tradicionais, a ANTI quer ocupar um território ainda pouco explorado no sistema financeiro brasileiro: o de marcas financeiras construídas a partir de identidade cultural, comunidade e comportamento”, finaliza o CEO Luiz Octavio.
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Sobre o Grupo DUX: Holding brasileira que desenvolve soluções financeiras e de inteligência financeira para a economia criativa. Fundada em 2020, atua com crédito, por meio de antecipação de recebíveis, serviços financeiros, tecnologia e análise orientada por dados, atendendo criadores, agências, produtoras e empresas da indústria criativa. Em 2025, o grupo movimentou R$ 85 milhões em antecipação de contratos, com inadimplência inferior a 0,1%, atendendo mais de 10 mil profissionais e empresas, com uma rede de 90 parceiros ativos.

