Conexão InConexão InConexão In
Font ResizerAa
  • Home
  • Institucional
  • Notícias
    • Carros
    • Cotidiano
    • Deu o que falar…
    • Esportes
    • Geral
    • Mercado
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Destaques
  • Entretenimento
    • Cultura
    • Gastronomia
    • Luxo
    • Sociedade
  • Mundo
  • Política
  • Regiões
    • São Paulo Capital
    • Centro-Oeste
    • Nordeste
    • Norte
    • Sudeste
    • Sul
  • Vídeos
Reading: Comida mundial fica na mão de poucos, e agricultor fica pobre, diz estudo
Compartilhar
Font ResizerAa
Conexão InConexão In
Buscar
  • Home
  • Institucional
  • Notícias
    • Carros
    • Cotidiano
    • Deu o que falar…
    • Esportes
    • Geral
    • Mercado
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Destaques
  • Entretenimento
    • Cultura
    • Gastronomia
    • Luxo
    • Sociedade
  • Mundo
  • Política
  • Regiões
    • São Paulo Capital
    • Centro-Oeste
    • Nordeste
    • Norte
    • Sudeste
    • Sul
  • Vídeos
Links da Semana

Comida mundial fica na mão de poucos, e agricultor fica pobre, diz estudo

Rita Moraes
Rita Moraes
Publicado 28 de junho de 2018
Compartilhar
Compartilhar

A concentração do mercado de alimentos nas mãos de poucas empresas está esmagando os rendimentos dos pequenos produtores rurais e trabalhadores do campo no mundo todo. Há casos em que a renda dos lavradores é tão baixa que eles chegam a passar fome. Ao mesmo tempo, os ganhos das gigantes do setor engordam. É o que diz um estudo da ONG britânica Oxfam divulgado nesta quarta-feira (20).

“A renda dos agricultores vem sendo arrochada de forma brutal, os baixos salários são generalizados e os direitos trabalhistas, negados a pessoas que trabalham para fornecer diferentes produtos a supermercados em todo o mundo”, afirma a diretora-executiva da ONG, Winnie Byanyima.  Nossas pesquisas concluíram que a grande maioria tem dificuldades para alimentar adequadamente suas próprias famílias”

Winnie Byanyima, diretora-executiva da Oxfam Mercado está nas mãos de poucas empresas O estudo aponta que a concentração do mercado se dá em diversas etapas da cadeia de alimentos. Quase 60% do fornecimento de insumos, como fertilizantes e agrotóxicos, é dominado por três multinacionais (Bayer/Monsanto, Dupont-Dow e ChemChina/Syngenta). No comércio de commodities (matérias-primas) agrícolas, quatro empresas respondem por 70% da receita movimentada (ADM, Bunge, Cargill e Louis Dreyfus), e 50 fabricantes de alimentos abocanham metade de todas as vendas do setor, de acordo com a Oxfam. Na ponta final da cadeia, também há dominação de poucas empresas. Na União Europeia, por exemplo, apenas 10 redes de supermercados respondem por mais da metade de todas as vendas de alimentos no varejo.

As distorções são tão profundas, diz a ONG, que o executivo mais bem pago de um supermercado do Reino Unido recebe, em cinco dias, o mesmo valor que uma trabalhadora que colhe uvas na África do Sul ganhará na vida inteira.

“Pressão implacável dos Agricultores”

Segundo a Oxfam, a concentração faz com que os supermercados tenham cada vez mais poder de impor os seus termos na negociação com os fornecedores. Por um lado, esse cenário é positivo para o consumidor, que tem acesso a mais produtos e a preços mais baixos. Mas, por outro, esse modelo exerce “uma pressão implacável nos fornecedores para reduzir custos”.  Como há poucas empresas para as s, eles acabam aceitando os termos das grandes redes. O resultado é que os lavradores ganham fatias cada vez menores dos preços finais observados nos supermercados.

A ONG analisou os preços de uma série de produtos em diversos países, como o suco de laranja do Brasil, o café da Colômbia, o cacau da Costa do Marfim e o chá na Índia. O levantamento mostrou que, do preço final desses produtos nas prateleiras, 8,8% iam para os pequenos agricultores entre 1996 e 1998. Em 2015, a parcela caiu para 6,5%. Na contramão, a mordida das redes de supermercado nos preços es entre 1996 e 1998. es entre 1996 e 1998. Em 2015, a parcela caiu para 6,5%. Na contramão, a mordida das redes de supermercado nos preços das etiquetas aumentou de 43,5% para 48,3% no mesmo intervalo. Trabalhador chega a passar fome, diz ONG.

Trabalhador chega a passar fome, diz ONG

De acordo com a Oxfam, a disparidade no poder de negociação entre as partes está levando a uma série de práticas comerciais injustas. É o que acontece, por exemplo, quando supermercados mudam os termos dos contratos com produtores rurais por iniciativa própria, adiam pagamentos e cobram taxas para colocar produtos em suas prateleiras ou para punir os fornecedores por reclamações de clientes.

Outra prática comum entre as gigantes do setor  de alimentos, segundo a ONG, é pagar aos produtores rurais preços que ficam abaixo do custo de produção, o que ameaça não só a atividade econômica como também a própria subsistência dos lavradores.

Em uma pesquisa realizada em 2017 com centenas de pequenos agricultores e trabalhadores da cadeia de fornecimento de alimentos para supermercados, a organização descobriu que a maioria havia passado fome recentemente.

Na África do Sul, por exemplo, mais de 90% das trabalhadoras entrevistadas em vinícolas disseram não ter tido alimento suficiente no mês anterior. Quase um terço afirmou que elas próprias ou um membro de suas famílias foram dormir as foram dormir com fome pelo menos uma vez naquele período.

Lavrador fica mais longe da ‘renda digna’

O esmagamento dos ganhos de quem produz comida deixa essas pessoas mais distantes de atingirem o que a ONG considera uma renda mínima digna, definida com a renda necessária para que todos os membros de uma família tenham  “um padrão de vida decente”.

 No caso do Brasil, onde a renda digna ficaria em torno de R$ 1.316 por mês, o estudo analisou o mercado de suco de laranja. Concluiu que trabalhadores do setor, empregados em grandes plantações de laranja, por exemplo, ganham apenas 61% desse valor. Pequenos agricultores, que cultivam a própria terra, recebem ainda menos –58%.

A situação é ainda pior em países como a Índia, onde trabalhadores de fazendas ligadas ao chá recebem apenas 38% da renda considerada digna por lá, e no Quênia, onde esse número fica em torno de 40% entre empregados nas plantações de feijão verde. 

Você Pode Gostar

Executivos da companhia participam de painéis interativos para debater investimentos em infraestrutura e o fortalecimento de parcerias estratégicas no mercado corporativo
Prêmio ICL de Jornalismo 2026 anuncia comissão julgadora e recebe inscrições até 30 de outubro
BYD alcança 8 mil colaboradores diretos em Camaçari e reforça produção para acompanhar crescimento das vendas no país
Presidente sanciona Lei que garante continuidade do Move Brasil para motoristas e entregadores
Rock in Rio anuncia ganhadores do Prêmio Rock in Rio Atitude Sustentável 3.0
Últimas notícias da Semana
Links da Semana

Executivos da companhia participam de painéis interativos para debater investimentos em infraestrutura e o fortalecimento de parcerias estratégicas no mercado corporativo

Rita Moraes
Rita Moraes
16 de setembro de 2026
Ideias de looks para o Natal e Réveillon
Artigo: Dia da Consciência Negra para todos, por Luana Génot
Combo de Lançamento: LG abre pré-venda dos novos monitores gamer UltraGear OLED
Quando o desejo é brincar de Amigo Secreto, nada melhor do que apenas curtir e se divertir, deixando toda a administração da brincadeira para um site que faz tudo e o melhor, de graça!
- Anúncio-
Ad image
- Anúncio-

Você Pode Gostar

Links da Semana

Bracell ganha Prêmio IEL Bahia 2026 na categoria ‘Estágio – Empresa Inovadora’

14 de setembro de 2026
Links da Semana

Estado da Bahia certifica 500 trabalhadores em cursos de qualificação profissional

14 de setembro de 2026
Links da Semana

SESI Bahia lança o Programa Usinas Criativas, de qualificação técnica em economia criativa

11 de setembro de 2026
Links da Semana

Pelo quarto ano, MFG Agropecuária é eleita o maior confinamento do Brasil

4 de setembro de 2026

Sobre Nós

O Conexãoin é um portal de notícias criado pela jornalista Rita Moraes, que conecta o público às principais informações da Bahia, do Brasil e do mundo. Lançado em 2017, destaca-se pela cobertura objetiva, equipe experiente e forte presença digital. Fique conectado com a notícia.
Acesso Rápido
  • Cultura e entretenimento
  • Destaques
  • Esportes
  • Mundo
  • Política
  • Turismo
Executivos da companhia participam de painéis interativos para debater investimentos em infraestrutura e o fortalecimento de parcerias estratégicas no mercado corporativo
“É do banco”: como golpistas estão usando ligações e mensagens para fazer você entregar seu dinheiro
Experimente o inesperado: O Boticário apresenta campanha inédita com fitas olfativas que revelam prêmios
Prêmio ICL de Jornalismo 2026 anuncia comissão julgadora e recebe inscrições até 30 de outubro

Contatos

  • Salvador-Bahia
  • (71) 99980-2901
  • moraes.rita1@gmail.com
© Copyright 2026| Todos os Direitos Reservados - Feito com ❤ por R2 Sites