Um a cada três brasileiros já emprestou dinheiro ou cartão para amigos e parentes; especialista orienta como responder com empatia
Amizade de verdade passa por provas, e poucas são tão delicadas quanto aquelas que envolvem dinheiro. Até onde vai o companheirismo quando entra uma questão financeira na história? Pedir ou emprestar para amigos e parentes é mais comum do que se imagina: um a cada três brasileiros (30%) já emprestou o nome ou o cartão de crédito a alguém próximo, segundo a Serasa.
O problema é que essa prática responde por 25% dos casos de endividamento no país, muitas vezes por falta de planejamento ou de acordos claros, também conforme o levantamento da Serasa.
Embora seja relativamente comum ao longo da vida e tenha peso importante no endividamento, pedir uma “ajudinha” aos amigos ainda não é o jeito preferido de cobrir despesas inesperadas; segundo um levantamento interno da Simplic, fintech de crédito pessoal online, apenas 3% dos clientes escolhem esse caminho. Para eles, usar o cartão de crédito e fazer um empréstimo parcelado ainda são as principais medidas de emergência financeira.
Ricardo Malaquias, Diretor de Estratégia, Operações e Cobrança da Simplic, sugere que o segredo está em equilibrar empatia e responsabilidade. “É natural querer ajudar quem a gente ama, mas isso não pode colocar nossa saúde financeira em risco. Antes de dizer ‘sim’, é fundamental avaliar se a ajuda cabe no seu orçamento e se o pedido está sendo feito com transparência”, explica.
Para isso, a educação financeira continua sendo a melhor ferramenta de empoderamento, pois permite que cada um conheça seus limites e tome decisões conscientes sem culpa ou pressão emocional. Ricardo Malaquias reforça que ter essa clareza permite estabelecer acordos claros, mesmo que informais, preservando o vínculo e evitando frustrações futuras.
“Conversar sobre prazos, formas de devolução e, acima de tudo, ter a consciência e maturidade para saber quando dizer ‘não’ com a devida empatia fortalecem a amizade em vez de colocá-la em risco”, diz.
Além disso, o apoio não precisa necessariamente ser financeiro. Em muitos casos, oferecer ajuda de outras formas pode ser tão valioso quanto o dinheiro em si. “Quando estamos no olho do furacão, vivendo o problema, não conseguimos enxergar outras possibilidades. Então, analisar a situação com um olhar externo e empático, indicar uma solução de crédito confiável ou simplesmente escutar já é uma ajuda reconfortante e construtiva”, conclui Ricardo Malaquias.
Sobre a Simplic
Lançada em 2014 no Brasil, a Simplic é a primeira plataforma de crédito pessoal 100% online do País. Inovadora, a ferramenta utiliza inteligência artificial, machine learning e big data para analisar dados dos usuários advindos de mais de 200 variáveis e é capaz de gerar uma resposta em menos de 3 segundos. Oferece empréstimos entre R$500 e R$3.500, que podem ser pagos em 3, 6, 9 ou 12 vezes, tudo de forma prática, rápida, segura e digital. Hoje, analisa mais de 2 milhões de propostas no mês e já originou 1 bilhão de reais desde o início das operações. Acesse:Link
Amizade não tem preço. Mas e quando envolve dinheiro?

