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Da força dos revestimentos de pequenos formatos ao maximalismo, a arquiteta Duda Senna aponta escolhas que unem personalidade, praticidade e conexão com a natureza
Já faz algum tempo que os banheiros não precisam ser inteiramente brancos ou beges para atravessar o tempo sem perder o interesse. Tons terrosos, verdes e azuis, em cerâmicas com aparência artesanal e pedras com texturas evidentes, oferecem caminhos para elaborar ambientes marcados pela identidade própria. Diferente do que parece, o segredo está menos em seguir uma paleta da moda e mais em combinar materiais e cores que façam sentido para o morador.
Essa é uma das premissas apontadas pela arquiteta Duda Senna, que vê nos revestimentos grandes possibilidades para estabelecer composições expressivas. A funcionalidade, porém, permanece parte fundamental das decisões, que englobam desde a definição dos materiais para as superfícies até o planejamento dos espaços de armazenamento.
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