“Ouvindo o Silêncio” foi criada especialmente para o lançamento de “Primavera nos Dentes”, que terá o primeiro episódio exibido hoje, às 21h30, no Canal Brasil
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Cinco décadas depois do fim do Secos & Molhados, parte dos integrantes se reencontram para uma gravação histórica. O resultado é o clipe inédito de “Ouvindo o Silêncio”, composição de Gerson Conrad e Paulo Mendonça, interpretada por Ney Matogrosso e Conrad. A faixa foi criada especialmente para o lançamento da série documental “Primavera nos Dentes – A História do Secos & Molhados”, dirigida e roteirizada por Miguel De Almeida e produzida por Marcelo Braga. A produção estreia hoje (31), às 21h30, no Canal Brasil, com quatro episódios, que serão exibidos semanalmente. |
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O clipe de “Ouvindo o Silêncio” marca o reencontro de Ney Matogrosso, Gerson Conrad, Emilio Carrera(pianista) e Willy Verdaguer (baixista), que voltam ao estúdio após 50 anos para celebrar o legado do grupo e recriar a atmosfera poética e provocadora do Secos & Molhados. Emilio e Willy assinam o arranjo e direção musical do clipe, que encerra a série documental e simboliza o elo entre passado e presente. A produção de “Ouvindo o Silêncio” e da série é assinada pela Santa Rita Filmes. |
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“Ouvindo o Silêncio”, interpretada por Ney Matogrosso e Gerson Conrad, foi criada especialmente para o lançamento de “Primavera nos Dentes” |
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“Primavera nos Dentes – A História do Secos & Molhados” revisita a trajetória apoteótica de uma das bandas mais marcantes da MPB, que revolucionou a música e o comportamento nos anos 1970, com um mergulho em suas performances, estéticas e contradições. Com depoimentos de Ney Matogrosso, Gerson Conrad, Emilio Carrera, Willy Verdaguer, Helena Ignez, Roberto Frejat, Ana Cañas e outros nomes, a produção combina imagens de arquivo e novas canções originais para recontar a breve e intensa história do grupo que desafiou a censura, rompeu padrões e revolucionou a cultura brasileira.
O episódio de abertura mergulha nos primeiros passos dos Secos & Molhados, formado em 1972 por Ney Matogrosso, Gerson Conrad e João Ricardo. A série mostra como, em meio à repressão da ditadura militar, o grupo surgiu misturando poesia, performance e provocação. O episódio apresenta os bastidores do primeiro disco, o sucesso repentino e a estética transgressora que escancarou questões de gênero e liberdade, com Ney exibindo na TV um corpo sem definição – símbolo de resistência e arte.
Com imagens raras e depoimentos inéditos, o segundo episódio acompanha a ascensão meteórica da banda. Em pouco mais de um ano, o Secos & Molhados vendeu um milhão de discos, lotou ginásios e superou Roberto Carlos em vendas, tornando-se o maior fenômeno da indústria fonográfica nacional. O episódio mostra também o papel do teatro de vanguarda na formação estética do grupo e as conexões com artistas como José Celso Martinez Corrêa, Noilton Nunes, Chico Buarque e Edu Lobo.
O terceiro episódio revela o desgaste interno e as disputas que culminaram no fim da banda em 1974. Ney, Gerson e convidados como Moracy do Val, Cláudio Tovar e Charles Gavin relembram os bastidores das turnês, as tensões criativas e o rompimento com João Ricardo. A narrativa também aborda as tentativas de censura e o incômodo das gravadoras multinacionais diante do sucesso de uma banda de capital nacional, que transformou arte em ato político.
Encerrando a série, o último episódio promove o reencontro de parte dos integrantes, 50 anos após o fim do grupo, e celebra o impacto cultural do Secos & Molhados. Sem autorização para regravar os clássicos originais, Emilio Carrera (pianista) e Willy Verdaguer (baixista) – músicos que integraram a formação em 1973 e 1974 – retornam aos estúdios para criar novas faixas inspiradas na sonoridade da banda. A produção ainda apresenta “Ouvindo o Silêncio”, composição inédita de Gerson Conrad e Paulo Mendonça, interpretada por Ney e Gerson, que encerra a série e ganha um videoclipe especial. |
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Primavera nos Dentes – A História do Secos & Molhados (2025) (4 x 60′) – Inédito |
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O DIRETOR DEPOIMENTOS FICHA TÉCNICA |
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OUVINDO O SILÊNCIO VIDEOCLIPE |
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SOBRE A SANTA RITA FILMES Criada e dirigida pelo produtor Marcelo Braga, a Santa Rita Filmes completou doze anos em 2025 e se consolidou como uma das mais atuantes produtoras independentes do país, com mais de 11 longas, documentários e séries premiadas internacionalmente. Referência no gênero true crime, lançou para o Prime Video os sucessos A Menina que Matou os Pais, O Menino que Matou Meus Pais e A Menina que Matou os Pais – A Confissão. Mais recentemente, emplacou O Maníaco do Parque — produção original que alcançou o 1º lugar no Brasil e repercussão mundial — e a série documental Maníaco do Parque – A História Não Contada, que liderou o top de audiência da plataforma. Lançou recentemente o longa ‘Assalto à Brasileira’ em coprodução com Galeria Distribuidora e Telefilms, que percorre inicialmente festivais, ganhador dos prêmios de melhor ator, melhor ator coadjuvante e melhor longa metragem pelo júri popular no Festival de Brasília e o filme foi selecionado para Cine BH International Film Festival e para a 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e a série ‘Primavera nos Dentes – A História dos Secos & Molhados’, com sua estreia na Mostra de SP e dia 31/10 no Canal Brasil. Além de desenvolver novos projetos de true crime e séries documentais. Entre seus parceiros estão HBO Latin America, Amazon Studios, Prime Video, Sony, Canal Brasil, Paramount Pictures, NBC Universal, Paris Filmes, Telefilms, Discovery e TV Cultura. |
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SOBRE O CANAL BRASIL O Canal Brasil é o canal que mais coproduz cinema no país, com mais de 400 longas-metragens coproduzidos. No ar há 27 anos, reúne uma programação diversa com programas, séries, ficções, documentários e shows que apresentam retratos da cultura brasileira. O acervo do canal conta com obras dos mais importantes cineastas brasileiros e de várias fases do nosso cinema, com uma grade que conta a história da sétima arte do país. O que pauta o canal é a diversidade, com uma programação plural, composta por muitos discursos e sotaques. A palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar. |






