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Filho da Rainha Elisabeth corre risco de prisão nos EUA

Envolvido em escândalo de prostituição de luxo com menores nos Estados Unidos, o filho da rainha Elizabeth – considerado um galã sedutor desde a juventude – foi obrigado a renunciar a seus deveres reais e se afastar da família para evitar que a polêmica respingue na monarca.

Aos 61 anos, Andrew quase não sai mais de sua casa, nos arredores do Castelo de Windsor, longe do alcance dos paparazzi. É lá onde tem reuniões diárias com seus advogados para tentar se livrar da grave acusação que causou um dano irreversível à sua imagem pública.

O principal acusado de liderar o esquema de tráfico sexual de menores, Jeff Epstein, se matou na cadeia em agosto de 2019. Era amigo do príncipe e teria arrumado várias garotas para ele. A cafetina Ghislaine Maxwell está presa e será julgada em novembro.

Justiça Americana 

A justiça americana cogita pedir a extradição de Andrew para que seja denunciado e julgado em Nova York e, no caso de condenação, cumprir a pena na América.

Na prática, o príncipe tem como evitar essa situação vergonhosa. Ele não possui a mesma ‘imunidade soberana’ de sua mãe, a rainha, mas as leis britânicas impedem que membros do clã sejam presos se estiverem dentro de uma das residências reais.

Bastaria Andrew fazer um autoexílio em uma das propriedades oficiais da realeza para se proteger da justiça dos Estados Unidos. Contudo, essa atitude extrema envolveria Elizabeth e o governo no caso. A mídia iria explorar a história diariamente, produzindo um desgaste imensurável ao trono.

Enquanto tenta manobras jurídicas para evitar o pior, o príncipe lida com outro problema. A mulher que vendeu a ele um chalé luxuoso na Suíça o acusa de não ter quitado parte da dívida, o equivalente a R$ 48 milhões. Agora com fama de caloteiro, o nobre tenta negociar a propriedade para pagar o que deve à antiga proprietária.

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POR: Rita Moraes
Publicado em 27/09/2021