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Professores da Faculdade Dois de Julho em greve por atraso nos salários

Em Assembleia Geral convocada pelo SINPRO-Bahia e realizada na última quarta-feira, 17. os professores da Faculdade Dois de Julho decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.

Eles deliberaram sobre diversos pontos, entre eles: os 06 (seis) meses de salários em atraso, o não – repasse das contribuições sociais para a previdência, o não recolhimento do FGTS, além de questões relacionadas à gestão da Faculdade 2 de Julho, cujos impactos têm provocado conseqüências danosas para os trabalhadores da instituição.

Em relação aos atrasos nos pagamentos dos salários, os docentes da instituição registram que não receberam os proventos de janeiro e nem o período entre junho a outubro, totalizando seis meses de salários em atraso.

Alguns pagamentos de proventos realizados pela faculdade em 2021 ocorreram de forma fracionada. Além das remunerações que não estão sendo pagos, são descumpridos de forma contumaz as obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte da Instituição de Ensino Superior, mantida pela Fundação 2 de Julho.

O corpo docente quer: 

• Pagamentos integral dos salários de 2021 atrasados e a regularidade nos pagamentos.
• Pagamento e recolhimento das parcelas de décimo – terceiro salários, férias, FGTS e INSS
• Suspensão das demissões de professores até a quitação dos salários
• Maior transparência e diálogo com os dirigentes da instituição de ensino.

Segundo o acadêmico e advogado Efson Lima, professor da Dois de Julho,  ” os professores da Faculdade 2 de Julho estão com 06 meses de salários atrasados, sem falar no não pagamento de férias e 13º salários. Essas práticas da Fundação Dois de Julho, mantenedora da Faculdade, comprometem a qualidade de vida dos professores, pois, ficam prejudicados quanto ao acesso à alimentação, transporte, entre outras necessidades básicas. Compromete também os aspectos culturais: compras de livros, pagamentos de cursos de atualização, reverberando negativamente em toda a comunidade acadêmica”.

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POR: Rita Moraes
Publicado em 19/11/2021