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6 indicações de casos para o uso de alinhadores invisíveis

Seu sonho sempre foi ter dentes alinhados e um sorriso perfeito, mas não gostaria de aderir aos clássicos aparelhos metálicos? Poder ter mais uma escolha entre os aparelhos ortodônticos muda tudo. As placas alinhadoras invisíveis são consideradas o futuro da ortodontia, já que é inovador, eficiente e móveis. Além de proporcionar excelentes resultados, ele é bastante confortável e tem ganhado cada vez mais adeptos ao tratamento, como conta a ortodontista Júlia Torres, sócia da Clínica Spazio Concept.

“Essas moldeiras são chamadas de alinhadores e são trocadas a cada 15 dias, conforme as orientações do dentista. Cada alinhador apresenta uma diferença na posição dos dentes, em relação à anterior e é essa característica que promove o alinhamento dentário”, explica Júlia.

De acordo com uma pesquisa realizada na Grand View Research, o setor atingiu, em 2020, o valor estimado de US$ 2,6 bilhões, com avanço médio anual de 27,3% para o período compreendido entre 2021 e 2028. Isso significa que esse será um mercado de US$ 15,9 bilhões ao final desses sete anos.

Os números são muito positivos para o mercado. Porém, é essencial que um especialista em ortodontia faça a avaliação criteriosa dos pacientes e a prescrição adequada dos alinhadores transparentes para cada caso a ser tratado. Também é imprescindível que haja comprometimento do paciente quanto ao uso do aparelho, bem como o monitoramento feito com o profissional periodicamente.

“O tratamento com alinhadores transparentes pode ser indicado a partir dos 6 anos de idade para a correção de diversos problemas ortodônticos, principalmente, em casos como má-oclusão, dentes tortos, encavalados e imperfeições no alinhamento. Esse tipo de aparelho é usado em tratamentos de baixa e alta complexidade, devido à tecnologia embarcada e à sua evolução. A velocidade do tratamento é um ponto que chama a atenção de pacientes para adesão ao método.

Confira os 6 principais casos em que o uso dos alinhadores transparentes deve ser considerado e recomendado. São eles:

  1. Má-oclusão – dificuldade de encaixar os dentes superiores com os inferiores ao fechar a boca;
  2. Dentes tortos e encavalados;
  3. Imperfeições no alinhamento – dentes muito afastados uns dos outros;
  4. Mordida cruzada;
  5. Prognatismo – desarmonia facial envolvendo ossos, dentes e músculos, caracterizada pelo excesso de crescimento da parte inferior da boca, em relação à maxila, localizada na arcada superior;
  6. Apinhamentos – ou seja, a falta de espaço para acomodação de todos os dentes na arcada dentária.

“Os alinhadores invisíveis, além de representar uma evolução importante da ortodontia, oferecem muito mais previsibilidade e rapidez no tratamento. Outro benefício é que, com a possibilidade de remoção do alinhador, a higienização bucal fica fácil e pode ser feita com muito mais qualidade pelo paciente, que muitas vezes enfrenta dificuldades para a execução dessa atividade com o modelo convencional dos aparelhos”, finaliza Júlia Torres.

POR: Rita Moraes
Publicado em 13/09/2022